Domingo, 24.04.11

Meditação e inteligência

Meditação e inteligência


Resumo:

Segundo pesquisas científicas, a meditação regular por um período superior a dois anos contribui para o aumento da inteligência. Mas por que isso acontece e que inteligência é essa? Não cremos tratar-se aqui da inteligência humana, desamparada, mas de uma conexão com uma Inteligência Suprema, que permeia tudo que existe.

 

 

 

 

pássaros Primeiramente vamos entender o que vem a ser self-organization. Quando uma estrutura ou um padrão organizado surge em um sistema a partir da interação entre seus elementos sem que haja um elemento coordenador do processo, interno ou externo, a isso, chama-se self-organization ou auto-organização.

 

É um processo existente desde o nível subcelular até o nível de um ecossistema.

 

Vamos ver alguns exemplos.

 

 

Nuvens Em uma foto tirada pela NASA, podemos observar a formação de corredores de nuvens, que são padrões dinâmicos nos quais cada molécula individual está se movimentando ou para cima ou para baixo, alternadamente. Mas como é que cada pequena molécula de água sabe como organizar seus movimentos com outras moléculas a quilômetros de distância, no corredor de nuvens?

flocos de neve Outro exemplo é a formação de cristais de neve. Como são extremamente finos, seria necessário calcular toda a cinética das partículas a fim de criar uma estrutura como essa. Como cada molécula de água, cada partícula sabe como fazer isso?

 

Um mosquito comum pode identificar uma molécula de CO2 em um bilhão. É uma sensibilidade que impressiona. Não há máquina feita pelo homem capaz de atingir tal sensibilidade. Como as partes de algo tão pequeno como um mosquito podem ter se organizado de tal maneira a produzir tão espantoso resultado?

 

cardumeAlguns cardumes demonstram um movimento coordenado de cada membro de forma a se esquivar de ataques de tubarões, por exemplo. Como cada peixe, individualmente, sabe como alinhar seus movimentos (que são extremamente rápidos e precisos) com todos os demais a fim de abrir um espaço, por onde o predador passa sem alcançar uma presa sequer?

 

Os seres humanos precisam de organismos vivos como as plantas para deles extrair substâncias a partir das quais produz medicamentos. Por que então não produzimos nós mesmos essas substâncias? Porque elas possuem estruturas muito complexas, que por sua vez são compostas por cadeias de moléculas extremamente longas e ainda não sabemos como duplicar tais estruturas em laboratório. Mas uma planta sabe.

 

Os exemplos são inúmeros. O processo está presente na física, na química, na biologia, na economia, na sociedade e pressupõe uma inteligência que permeia tudo que existe. Seria isso uma indicação da onipresença e onisciência, atributos de um Ser Supremo?

 

Processo similar pode ser encontrado no mito da criação de uma tribo indígena da Califórnia:

Tudo era água, com exceção de um pequenino pedaço de terra. Nele estavam a águia e o coiote. Depois, a tartaruga nadou até eles. Mandaram-na mergulhar até a terra no fundo da água. A tartaruga mal conseguiu chegar até ao fundo e tocá-lo com a pata. Quando voltou, toda a terra parecia ter sido levada pela água. O coiote olhou atentamente as suas garras. Por fim, ele encontrou um grão de terra. Depois, ele e a águia pegaram esse grão e a partir dele fizeram a terra tão grande como ela é. (Goswami, A. Criatividade Quântica. Editora Aleph. São Paulo, p. 94, 2008).

 

Está claro, pelo texto acima, que o ato de criação só se tornou possível depois que a tartaruga mergulhou até o fundo da água.

 

Mas o que ocorre durante o processo de meditação é justamente esse mergulho. O meditante abandona seu envolvimento com os próprios processos mentais e atinge um estado mental de não envolvimento, de desapego.  Nesse estado transcendental de consciência, conecta-se com essa mesma inteligência cósmica, que tudo sabe e para a qual tudo é possível.

 

Há diversos estudos que comprovam o aumento da inteligência em estudantes que praticaram regularmente a meditação por um período superior a dois anos. Sem dúvida, há – entre outras coisas – uma forte relação entre inteligência e prática regular de meditação.

 

wiki visualização de links entre páginas na wiki. Um exemplo de auto-organização, uma indicação da presença de uma inteligência coletiva na edição colaborativa.

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Sábado, 23.04.11

O que a ciência sabe sobre meditação

Intrudução

Mais de 600 estudos científicos verificando os amplos benefícios da técnica da Meditação Transcendental foram conduzidos em 250 universidades e escolas médicas independentes em 33 países durante os últimos 40 anos.

Cérebro:

MT apresentaram aumento significativo no fluxo de sangue no cérebro, em contraste com controles. Maior fluxo sanguíneo cerebral foi encontrado durante a prática da técnica da MT tanto na área occipital do cérebro quanto na área frontal. Referência: Physiology & Behavior 59: 399–402, 1996.

Após duas semanas de prática do programa de MT, indivíduos mostraram aumento significativo na coerência do EEG durante a prática, em contraste com sua própria condição de controles com olhos fechados antes de aprender a técnica da MT. Referência: International Journal of Neuroscience 14: 147–151, 1981.

Aqueles que praticaram a técnica da MT apresentaram indicadores eletroencefalográficos (EEG) de maior alerta durante a prática, em contraste com controles. Referência: Revue d’Electroencephalographie et de Neurophysiologie Clinique 4: 445–453, 1974.

Durante o programa de MT, componentes anteriores (sensoriais) da resposta do cérebro a estímulos somatossensoriais são distribuídos de forma ampla por todo o córtex, indicando maior participação de todo o cérebro na resposta a um estímulo. Referência: Human Physiology 25: 171–180, 1999.

Saúde:

Um estudo com aproximadamente 2.000 participantes no programa de MT analisando 5 anos de dados de seguro médico encontrou que eles necessitam significativamente menos hospitalização, tanto para procedimentos médicos quanto cirúrgicos, em comparação com a média de todas as pessoas seguradas. Referência: Psychosomatic Medicine 49: 493–507, 1987.

Estudantes universitários no Cambódia que começaram o programa de MT mostraram uma melhoria na saúde geral (composta de fatores físicos, mentais e sociais) após três meses, em contraste com grupos de estudantes de duas outras universidades que não aprenderam o programa de MT. Referência: Journal of Instructional Psychology 22: 308–319, 1995.

Este estudo de acompanhamento de um grupo de pessoas idosas (média de idade de 80,7 anos) que foram aleatoriamente indicadas para ou aprender a MT ou participar de três grupos de controle, descobriu que aquelas que aprenderam o programa de MT mostraram um aumento significativo na longevidade (tempo de sobrevida) em comparação com os três outros grupos. Referência: Circulation 93: 629 (Abstract), 1996.

Aqueles que estiveram praticando regularmente o programa de MT mostraram idade biológica mais jovem, com uma grande redução na idade biológica quanto mais tempo estiveram participando no programa. Referência: International Journal of Neuroscience 16: 53–58, 1982.

Este estudo descobriu que aqueles que aprenderam a MT mostraram um espessamento reduzido na artéria carótida. Esta descoberta contrastou com o espessamento contínuo desta artéria entre um grupo de controle, mostrado à esquerda, que assistiram a um programa de educação de saúde sobre dieta e exercícios para aliviar os problemas cardiovasculares. Referência: Stroke 31: 568–573, 2000.

Pacientes com pressão arterial alta que aprenderam o programa de MT mostraram uma redução significativa da pressão sistólica e diastólica após três meses, em contraste com aqueles aleatoriamente indicados a uma técnica controle ou com aqueles que receberam educação sobre como reduzir a pressão arterial através de dieta e exercícios. Referência: Hypertension 26: 820–827, 1995.

Aqueles que praticaram a técnica da MT mostraram significativa diminuição nos níveis plasmáticos do cortisol durante a prática, em contraste com controles. Aumento de cortisol plasmático é uma resposta endócrina ao estresse, e a diminuição do cortisol plasmático indica redução do estresse. Referência: Hormones and Behavior 10: 54–60, 1978.

Uma meta-análise de toda a pesquisa fisiológica sobre o programa de MT descobriu que ele produz um estado de repouso profundo comparado a condições de controle, como medido pela redução da taxa de respiração, condutividade basal da pele (maior resistência da pele) e redução do lactato plasmático. Referência: American Psychologist 42: 879–881, 1987.

Educação:

Estudantes secundários que aprenderam o programa de MT mostraram maior tolerância após 14 semanas, em contraste com estudantes controles. Referência: Dissertation abstracts International 38(7): 3372B–3373B, 1978.

Estudantes universitários que estiveram praticando os programas MT e MT-Sidhis aumentaram significativamente em autodesenvolvimento quando medidos após a formatura, em contraste com estudantes de controle em três outras universidades que não estiveram participando neste programa. Referência: Dissertation abstracts International 51(10): 5048B, 1991.

Estudantes universitários que estiveram praticando os programas MT e MT-Sidhis melhoraram significativamente em tempo de reação de escolha, em contraste com estudantes de controle. Referência: Personality and Individual Differences 12: 1105–1116, 1991.

Estudantes universitários que aprenderam o programa de MT mostraram após 40 dias melhor organização de memória de curto-prazo, indicando maior organização do processo de pensar, em comparação com controles indicados aleatoriamente que sentaram com os olhos fechados duas vezes ao dia. Referência: Scientific Research on the TM Programme: Collected Papers Vol 1: 385–392, 1977.

Indivíduos que aprenderam o programa de MT de Maharishi mostraram maior criatividade em comparação com controles medida pelo nível mais elevado de originalidade pictórica quando medido após cinco meses de prática. Eles também mostraram maior criatividade medida por níveis superiores de flexibilidade pictórica e fluência verbal (gráficos não apresentados). Referência: The Journal of Creative

Mestrandos em engenharia que aprenderam o programa de MT de Maharishi mostraram melhor desempenho em suas provas padrões após seis meses, comparados com controles indicados aleatoriamente. Referência: British Journal of Educational Psychology 55: 164–166, 1985.

aprenderam o programa de MT mostraram um aumento significativo na média de pontuação nos três períodos seguintes, em comparação com estudantes controles. Referência: Scientific Research on Maharishi’s TM Programme: Collected Papers Volume 1: 396–399, 1977.

Estudantes universitários que estiveram praticando os programas de MT e MT-Sidhis de Maharishi aumentaram significativamente sua inteligência em contraste com estudantes de controle. Referência: Personality and Individual Differences 12: 1105–1116, 1991.

Negócios:

Empregados que aprenderam o programa de MT mostraram, em um período de estudo de quatro meses, aumento significativo numa escala de composição de comportamento de liderança, em contraste com empregados que não participaram no programa. Referência: Career Development International 4: 149–154, 1999.

na indústria automobilística descobriu que após três meses de prática regular do programa de MT, os empregados mostraram melhores relacionamentos pessoais e no trabalho, em comparação com controles dos mesmos locais de trabalho. Referência: Anxiety, Stress and Coping: An International Journal 6: 245–262, 1993.

Um estudo de executivos e trabalhadores na indústria automobilística descobriu que após três meses de prática regular do programa de MT, os empregados mostraram maior satisfação pessoal e profissional, em comparação com controles dos mesmos locais de trabalho. Referência: Anxiety, Stress and Coping: An International Journal 6: 245–262, 1993.

Um estudo conduzido na Sumitomo Indústrias Pesadas pelo Instituto Nacional Japonês de Saúde Industrial mostrou diminuição da impulsividade em trabalhadores que aprenderam o programa de MT, em comparação com trabalhadores controles. Referência: Japanese Journal of Industrial Health 32: 656, 1990.

Um estudo de executivos e trabalhadores na indústria automobilística descobriu que após três meses de prática regular do programa de MT, os empregados mostraram maior eficiência, em comparação com controles dos mesmos locais de trabalho. Referência: Anxiety, Stress and Coping: An International Journal 6: 245–262, 1993.

Empregados que aprenderam o programa de MT mostraram melhor desempenho no trabalho em comparação com sujeitos controles. Referência: Academy of Management Journal 17: 362–368, 1974.

Os 100 principais estudos publicados:

DIMINUIÇÃO DA UTILIZAÇÃO MÉDICA E HOSPITALIZAÇÃO

Haratani T., et al. Efeitos da Meditação Transcendental (MT) sobre a saúde mental de trabalhadores industriais. Japanese Journal of Industrial Health 32: 656, 1990.

Haratani T., et al. Efeitos da Meditação Transcendental (MT) sobre o comportamento de saúde de trabalhadores industriais. Japanese Journal of Public Health 37 (10 Suppl.): 729, 1990.

Herron R.E., et al. O impacto do programa de Meditação Transcendental nos desembolsos governamentais para médicos em Quebec. American Journal of Health Promotion 10: 208-216, 1996.

Herron R. E. O programa de Meditação Transcendental pode reduzir as despesas médicas de pessoas idosas? Um estudo longitudinal de minimização de custos médicos no Canadá. Journal of Social Behavior and Personality 17(1), 415-442, 2005.

Orme-Johnson D.W. Utilização de serviços médicos e o programa de Meditação Transcendental. Psychosomatic Medicine 49: 493-507, 1987.

Orme-Johnson D.W., et al. Uma abordagem inovadora para reduzir a utilização de serviços médicos e os gastos. The American Journal of Managed Care 3: 135-144, 1997.

Reduçãoo dos fatores de risco de doença Cardiovascular

Redução Aterosclerose/Derrame

Castillo-Richmond A., et al. Efeitos do programa de Meditação Transcendental na aterosclerose da carótida em afroamericanos hipertensos, Stroke 31: 568-573, 2000. Artigo completo

Pressão Arterial Mais Baixa

Alexander C.N., et al. Meditação Transcendental, alerta mental e longevidade: Um estudo experimental com idosos. Journal of Personality and Social Psychology 57:950-964, 1989.

Alexander C.N., et al. Experimento de redução de estresse para hipertensão em afroamericanos idosos (parte II): análise de sexo e subgrupo de risco. Hypertension 28:228-237, 1996.

Anderson J.W., et al. Resposta de pressão arterial à Meditação Transcendental: uma meta-análise. American Journal of Hypertension 21 (3): 310-6, 2008.

Barnes V.A., et al. Impacto da Meditação Transcendental na pressão arterial ambulatorial em adolescentes afroamericanos. American Journal of Hypertension 17: 366-369, 2004.

Barnes V. A., et al. Estresse, redução do estresse e hipertensão em afroamericanos.Journal of the National Medical Association, 89, 464-476, 1997.

Barnes V. A., et al. (1999). Efeitos agudos da Meditação Transcendental no funcionamento hemodinâmico em adultos de meia-idade. Psychosomatic Medicine, 61, 88, 525-531.

Rainforth M.V., et al. Programas de redução de estresse em pacientes com pressão arterial elevada: uma revisão sistemática e meta-análise. Current Hypertension Reports 9:520–528, 2007. Artigo completo

Schneider R.H., et al. Um experimento aleatório controlado de redução de estresse no tratamento de hipertensão em afroamericanos durante um ano. American Journal of Hypertension18(1): 88-98, 2005. Artigo completo

Schneider R.H., et al. Efeitos de longo prazo de redução de estresse na mortalidade em pessoas ≥ 55 anos de idade com hipertensão sistemática. American Journal of Cardiology 95:1060-1064, 2005. Artigo completo

Schneider R.H., et al. Um experimento aleatório controlado de redução de estresse na hipertensão em afroamericanos idosos. Hypertension 26: 820-827, 1995.

Diminuição do Colesterol

Cooper M. J., et al. Meditação Transcendental no cuidado da hipercolesterolemia. Journal of Human Stress 5(4): 24–27, 1979.

Cooper M. J. and Aygen M. M. Efeito da Meditação Transcendental no colesterol sérico e pressão arterial. Harefuah, Journal of the Israel Medical Association 95(1): 1-2, 1978.

Redução da Insuficiência Cardíaca Congestiva

Jayadevappa R., et al. Eficácia da Meditação Transcendental na capacidade funcional e qualidade de vida de afroamericano com insuficiência cardíaca congestiva: Um estudo aleatório controlado. Ethnicity and Disease 17: 72-77, 2007. Artigo completo

Diminuição dos Radiciais Livres

Schneider R.H., et al. Níveis mais baixos de peróxidos lipídicos em praticantes do programa de Meditação Transcendental. Psychosomatic Medicine 60: 38-41, 1998.

Van Wijk E.P.A., et al. Caracterização anatômica emissão humana ultrafraca de fótons em praticantes da Meditação Transcendental e sujeitos de controle. Journal of Alternative & Complementary Medicine 12:31-38, 1998.

Van Wijk E.P.A., et al. Efeitos Diferenciadores de Técnicas de Relaxamento sobre Emissão Ultrafraca de Fótons. Journal of Alternative & Complementary Medicine 14:241-250, 2008.

Redução de Síndrome Metabólica/Pré-Diabetes

Paul-Labrador M., et al. Efeitos de experimento aleatório controlado da Meditação Transcendental nos componentes da síndrome metabólica em sujeitos com doença coronariana. Archives of Internal Medicine 166:1218-1224, 2006. Artigo completo

Estudos de Revisão sobre Doença Cardiovascular e Fatores de Risco

Alexander C.N., et al. Efeitos da Meditação Transcendental comparados a outros métodos de relaxamento e meditação em reduzir fatores de risco, morbidade e mortalidade. Homeostasis35:243-264, 1994.

Barnes V.A., e Orme-Johnson D. W. Aplicações Clínicas e Pré-clínicas do programa de Meditação Transcendental® na Prevenção e Tratamento de Hipertensão Essencial e Doença Cardiovascular em Jovens e Adultos: Um estudo de Revisão. Current Hypertension Reviews 2:207-218, 2006.

Schneider R.H., et al. Prevenção de doença cardiovascular e promoção da saúde com o programa de Meditação Transcendental e Sistema de Saúde Maharishi baseado na Consciência. Ethnicity and Disease 16 (3 Suppl 4):S4-15-26, 2006. Artigo completo

Walton K.G., et al. Revisão de pesquisa clínica controlada sobre o programa de Meditação Transcendental e doença cardiovascular: fatores de risco, morbidade e mortalidade. Cardiology in Review 12(5): 262-266, 2004. Artigo completo

Walton K.G., et al. Estresse psicossocial e doença cardiovascular, Parte 2: Eficácia do programa de Meditação Transcendental em tratamento e prevenção. Behavioral Medicine28: 106-123, 2002.

Menor Depressão, Ansiedade e Insônia

Diminuição da Depressão

Brooks J.S., et al. Meditação Transcendental no tratamento de ajustamento pós-Vietnam.Journal of Counseling and Development, 64:212–215, 1985.

Kniffki C. Tranzendentale Meditation und Autogenes Training- Ein Vergleich (Meditação Transcendental e Treinamento Autogênico: Uma Comparação). Munich: KindlerVerlag Geist und Psyche, 1979.

Geisler M. Therapeutiche Wirkungen der Transzendentalen Meditation auf drogenkonsumenten (Efeitos terapêuticos da Meditação Transcendental sobre uso de drogas).Zeitschrift fur Klinische Psychologie 7:235-255, 1978.

Ferguson P.C., et al. Descobertas fisiológicas da Meditação Transcendental. Journal of Humanistic Psychology 16:483-488, 1976.

Menor Ansiedade

Alexander C.N., et al. Efeitos do programa de Meditação Transcendental sobre a redução do estresse, saúde e desenvolvimento do empregado: Um estudo em duas áreas ocupacionais. Anxiety, Stress and Coping: An International Journal 6: 245-262, 1993.

Candelent T., et al. Ensinando Meditação Transcendental em uma instituição psiquiátrica. Hospital & Community Psychiatry 26: 156-159, 1975.

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Eppley K.R. et al. Efeitos diferenciais de técnicas de relaxamento ao tratar a ansiedade: Uma meta-análise. Journal of Clinical Psychology 45: 957-974, 1989

Redução da Insônia

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Lovell-Smith H. D. Meditação Transcendental – tratando o paciente, assim como a doença.The New Zealand Family Physician 9: 62–65, April 1982.

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Redução no estresse e dor

Redução do estresse

Barnes V. A., et al. Estresse, redução do estresse e hipertensão em afroamericanos. Journal of the National Medical Association, 89, 464-476, 1997.

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Rápida Recuperação do Estresse

Barnes V. A., et al. Impacto da Meditação Transcendental na função cardiovascular no repouso e durante estresse agudo em adolescentes com pressão arterial alta. Journal of Psychosomatic Research 51, 597-605, 2001.

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Orme-Johnson D.W. Estabilidade autônoma e Meditação Transcendental. Psychosomatic Medicine 35: 341-349, 1973.

Redução na Dor

Orme-Johnson D.W, et al. Neuroimageamento do efeito da meditação sobre a reatividade cerebral à dor. NeuroReport 17(12):1359-63, 2006. Artigo completo

Mills W. W. and Farrow J. T. A técnica da Meditação Transcendental e a dor experimental aguda. Psychosomatic Medicine 43(2): 157–164, 1981.

Zammara J. W., et al. Utilidade do programa de Meditação Transcendental no tratamento de pacientes com doença coronariana. American Journal of Cardiology, 77, 867-870, et al.

aumento de inteligÊncia, Criatividade, desempenho acadÊmico e comportamento escolar

Aumento de Inteligência, Criatividade e Habilidade de Aprendizagem

Alexander C. N. e Gackenbach J. Meditação Transcendental e melhor desempenho em medidas relacionadas à inteligência: Um estudo longitudinal. Personality and Individual Differences, 12, 1105–1116, 1991.

estudo longitudinal de 4 anos dos efeitos sobre o funcionamento cognitivo e afetivo. College Student Journal15: 140-146, 1981.

Cranson R.W., et al. Meditação Transcendental e melhor desempenho em medidas relacionadas à inteligência: Um estudo longitudinal. . Personality and Individual Differences 12: 1105-1116, 1991.

Dillbeck M.C., et al. Coerência frontal no EEG, recuperação reflexo-H, aprendizado conceitual e programa de MT-Sidhis. International Journal of Neuroscience 15: 151-157, 1981.

Dillbeck M.C. Meditação e flexibilidade de percepção visual e resolução de problemas verbais. Memory & Cognition 10: 207-215, 1982.

Dillbeck M.C., et al. Efeitos longitudinais do programa de Meditação Transcendental e MT-Sidhis em habilidade cognitiva e estilo cognitivo. Perceptual and Motor Skills 62: 731-738, 1986.

Fergusson L.F., et al. Educação baseada na Ciência Védica e inteligência não-verbal: Um estudo longitudinal preliminar no Cambódia. Higher Education Research and Development 15: 73-82, 1995.

Jedrczak A., et al. O programa de MT-Sidhis, idade, e breve teste de velocidade percepto-motora e inteligência não-verbal. Journal of Clinical Psychology 42: 161-164, 1986.

Jedrczak, A., et al. O programa de MT-Sidhis, consciência pura, criatividade e inteligência. The Journal of Creative Behavior 19: 270-275, 1985.

So K.T. e Orme-Johnson D. W. Três experimentos aleatórios sobre efeitos longitudinais holísticos da técnica da Meditação Transcendental na cognição. Intelligence, 29(5), 419-440, 2001.

Tjoa A. Aumento de inteligência e redução de neuroticismo por meio do programa de Meditação Transcendental. Gedrag: Tijdschrift voor Psychologie 3: 167-182, 1975.

Travis F. A técnica da Meditação Transcendental e criatividade: Um estudo longitudinal dos graduandos da Universidade Cornell. Journal of Creative Behavior 13: 169-180, 1979.

Warner T.Q. Meditação Transcendental e avanço no desenvolvimento: Mediando habilidades e desempenhos de conservação. Dissertation Abstracts International 47(8): 3558B, 1987.

Melhora Acadêmica

Fergusson L.C. Independência de campo e realização artística em estudantes de faculdade meditantes e não-meditantes. Perceptual and Motor Skills 75: 1171-1175, 1992.

Kember P. A técnica da Meditação Transcendental e desempenho acadêmico na pós-graduação. British Journal of Educational Psychology 55: 164-166, 1985.

Nidich S.I., et al. Eficiência escolar: Ganhos de realização na Escola Maharishi da Era da Iluminação. Education 107: 49-54, 1986.

Nidich S.I. e Nidich R.J. Aumento de realizações acadêmicas na Escola Maharishi da Era da Iluminação: Um estudo de replicação. Education 109: 302-304, 1989.

Melhor Comportamento Escolar

Barnes V.A., et al. Impacto da redução do estresse no comportamento negativo escolar em adolescentes. Health and Quality of Life Outcomes 1:10, 2003.

Fergusson L.F., et al. Características de personalidade e de saúde em graduandos do Cambódia: Um caso para desenvolvimento estudantil. Journal of Instructional Psychology 22: 308-319, 1995.

Benefícios para Educação Especial e Terapêutica

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Melhor Integração da personalidade

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Gelderloos P. and Beto, Z. H. A. D. The Transcendental Meditation and TM-Sidhi program and reported experiences of transcendental consciousness. Psychologia—An International Journal of Psychology in the Orient 32(2): 91–103, 1989.

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Seeman W., et al. Influence of Transcendental Meditation on a measure of self-actualization. Journal of Counseling Psychology 19: 184-187, 1972.

Maior Eficiência e produtividade

Alexander C.N., et al. Efeitos do programa de Meditação Transcendental sobre a redução do estresse, saúde e desenvolvimento do empregado: Um estudo em duas áreas ocupacionais. Anxiety, Stress and Coping: An International Journal 6: 245-262, 1993.

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Broome R., et al. Redução do estresse no local de trabalho através do programa de Meditação Transcendental. Journal of Social Behavior and Personality, 17(1), 235–276, 2005.

Frew D.R. Meditação Transcendental e produtividade. Academy of Management Journal17: 362-368, 1974.

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McCollum B. Desenvolvimento de liderança e autodesenvolvimento: Um estudo empírico. Career Development International, 4, (3). 149–154, 1999.

Schmidt-Wilk J. Desenvolvendo consciência em organizações: O programa de Meditação Transcendental nos negócios. Journal of Business & Psychology, 10, (4), 429–444, 1996. Artigo completo

So K.T., et al. Três experimentos aleatórios sobre efeitos longitudinais holísticos da técnica da Meditação Transcendental na cognição. Intelligence, 29(5), 419-440, 2001.

Schmidt-Wilk J. Desenvolvimento gerencial baseado na consciência: Estudos de casos de times internacionais de alta gerência. Journal of Transnational Management Development, 5, (3), 61–85, 2000.

Warshal D. Efeitos da técnica da Meditação Transcendental no tempo de reflexo normal e de Jendrassik. Perceptual and Motor Skills 50: 1103-1106, 1980.

Reversão do envelhecimento e maior longevidade

Alexander C.N., et al. Meditação Transcendental, alerta mental e longevidade. Journal of Personality and Social Psychology 57: 950-964, 1989.

Alexander C. N., et al. Os efeitos da Meditação Transcendental comparados a outros métodos de relaxamento em reduzir fatores de risco, morbidade e mortalidade. Homeostasis 35, 243-264, 1994.

Barnes V. A., et al. Impacto da Meditação Transcendental na mortalidade em afroamericanos idosos – acompanhamento de oito anos. Journal of Social Behavior and Personality 17(1) 201-216, 2005.

Glaser J. L., et al. Níveis séricos elevados de sulfato de deidroepiandrosterona em praticantes dos programas de Meditação Transcendental (MT) e MT-Sidhis. Journal of Behavioral Medicine 15: 327-341, 1992.

Schneider R. H., et al. programa de Meditação Transcendental: reduzindo o risco de doença cardíaca e mortalidade e melhorando a qualidade de vida em afroamericanos. Ethnicity and Disease 11; 159-60, 2001.

Schneider R.H., et al. Efeitos de longo prazo da redução de estresse na mortalidade em pessoas maiores de 55 anos com hipertensão sistêmica. American Journal of Cardiology 95: 1060-1064, 2005. Artigo completo

Wallace R.K., et al. Os efeitos da Meditação Transcendental e do programa de MT-Sidhis no processo de envelhecimento. International Journal of Neuroscience 16: 53-58, 1982.

NÍVEIS MAIS ELEVADOS DE FUNCIONAMENTO CEREBRAL

Arenander A. e Travis F.T. Padrões cerebrais de Autoconsciência. In B Beitman and J Nair, Eds. Self-Awareness Deficits. New York: W.W.Norton, 2004.

Badawi K., et al.. Características eletrofisiológicas dos períodos de suspensão da respiração ocorrendo durante a prática do programa de Meditação Transcendental. Psychosomatic Medicine 46(3): 267–276, 1984.

Banquet J.P. e Lesevre N. Potenciais relacionados a eventos em estados alterados de consciência: Motivação, processos sensoriais e motores do cérebro. Progress in Brain Research 54: 447-453, 1980.

Bennett J.E. e Trinder J. Lateralidade hemisférica e estilo cognitivo associados à Meditação Transcendental. Psychophysiology 14: 293-296, 1977.

Dillbeck M. C. e Bronson E. C. Efeitos longitudinais de curto-prazo da técnica da Meditação Transcendental na potência e coerência do EEG. International Journal of Neuroscience14: 147–151, 1981.

Dillbec M. C., et al. Coerência frontal do EEG, recuperação de reflexo-H, aprendizagem de conceitos e programa de MT-Sidhis. International Journal of Neuroscience 15: 151–157, 1981.

Gallois P. Modificações neurofisiológicas e respiratórias da prática de técnicas de relaxamento. L’Encéphale 10: 139-144, 1984.

Goddard P.H. Redução de declínios de latência de P300 em idosos praticando a Meditação Transcendental. Psychophysiology 26: 529, 1989.

Hebert R., et al. Maior sincronia de fase time-domain alfa no EEG durante a Meditação Transcendental: Implicações para a teoria de integração cortical. Signal Processing, 85(11): 2213-2232, 2005.

Lyubimov N.N. Características eletrofisiológicas da mobilização de reservas cerebrais escondidas. Resumo, Simpósio Internacional “Base Bioquímica e Fisiológica da Atividade do Cérebro” (São Petersburgo, Rússia: Academia Russa de Ciência, Instituto do Cérebro Humano): 5, 1994.

Mason L. I., et al. Correlatos eletrofisiológicos de estados superiores de consciência durante o sono em praticantes de longo-prazo do programa de Meditação Transcendental. Sleep 20 (2): 102-110, 1997.

McEvoy T.M., et al. Efeitos da meditação sobre os potenciais evocados de audição do tronco cerebral. International Journal of Neuroscience 10: 165-170, 1980.

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Travis F. T. e Orme-Johnson D. W. Potência e coerência do EEG durante o Voo Yóguico. International Journal of Neuroscience 54: 1–12, 1990.

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REDUÇÃO DO ABUSO DE SUBSTÂNCIAS

Alexander C.N., et al. Tratamento e prevenção de álcool, nicotina, e abuso de drogas por meio da Meditação Transcendental: Uma revisão e meta-análise estatística. Alcoholism Treatment Quarterly 11: 13-87, 1994.

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Gelderloos P., et al. Eficácia do programa de Meditação Transcendental em prevenir e tratar o mau uso de substâncias: Um revisão. International Journal of the Addictions 26: 293–325, 1991.

Geisler M. Therapeutische Wirkungen der Transzendentalen Meditation auf Drogenkonsumenten. Zeitschrift für klinische Psychologie 7(4): 235–255, 1978.

Monahan R.J. Prevenção secundária de dependência de drogas por meio do programa de Meditação Transcendental na região metropolitana da Filadélfia. The International Journal of the Addictions 12: 729-754, 1977.

Orme-Johnson D. W. A Meditação Transcendental como uma abordagem epidemiológica ao abuso de drogas e álcool: Teoria, pesquisa e avaliação do impacto financeiro. Alcoholism Treatment Quarterly, 11, 119-165, 1994.

Royer A. O papel da técnica da Meditação Transcendental em promover o abandono do fumo: Um estudo longitudinal. Alcoholism Treatment Quarterly 11: 219-236, 1994.

Shafii M. et al. Meditação e maconha. American Journal of Psychiatry 131: 60-63, 1974.

Shafii M. et al. Meditação e a prevenção do abuso de álcool. American Journal of Psychiatry 132: 942-945, 1975.

Wallace R.K. et al. Diminuição do abuso de drogas com a Meditação Transcendental: Um estudo com 1.862 participantes. In Drug Abuse: Proceedings of the International Conference, ed. Chris J.D. Zarafonetis (Philadelphia: Lea and Febiger): 369-376, 1972.

 Walton K. G., e Levitsky, D.A. Um mecanismo neuroendócrino para a redução do uso e vício de drogas pela Meditação Transcendental. Alcoholism Treatment Quarterly 11: 89-117, 1994.

REABILITAÇÃO CRIMINAL EFICAZ

Abrams A.I. e Siegel L.M. O programa de Meditação Transcendental e reabilitação na Prisão estadual de Folsom: Um estudo de validação cruzada. Criminal Justice and Behavior 5: 3-20, 1978.

 Alexander C.N., et al. Meditação Transcendental na reabilitação criminal e prevenção do crime. Journal of Offender Rehabilitation 36 (1/2/3/4): 2003.

 Alexander C. N., et al. Estudo em Walpole sobre o programa de Meditação Transcendental em prisioneiros de segurança máxima I: Diferenças transversais em desenvolvimento e psicopatologia. Journal of Offender Rehabilitation, 36: 97-126, 2003.

 Alexander C. N. e Orme-Johnson D. W. Estudo em Walpole sobre o programa de Meditação Transcendental em prisioneiros de segurança máxima II: Estudo longitudinal em desenvolvimento e psicopatologia. Journal of Offender Rehabilitation, 36: 127-160, 2003.

 Alexander C. N., et al. Estudo em Walpole sobre o programa de Meditação Transcendental em prisioneiros de segurança máxima III: Redução da reincidência. Journal of Offender Rehabilitation, 36: 161-180, 2003.

 Anklesaria F. K. e King,M. S. Destaque: Um programa de sentenças baseado na comunidade para pessoas em livramento condicional. Journal of Offender Rehabilitation, 36: 35-46, 2003.

 Bleick C.R. e Abrams A.I. O programa de Meditação Transcendental e a reincidência criminal na Califórnia. Journal of Criminal Justice 15: 211-230, 1987.

 Dillbeck M. C. e Abrams, A. I. A aplicação do programa de Meditação Transcendental para a reabilitação. International Journal of Comparative and Applied Criminal Justice 11(1): 111–132, 1987.

Orme-Johnson D. W. Reabilitação na prisão e prevenção do crime através da Meditação Transcendental e do programa de MT-Sidhis. In Holistic approaches to offender rehabilitation, ed. Leonard J. Hippchen, Chapter 15, 346–383. Springfield, Illinois: Charles C. Thomas Publishing, 1981.

EFEITO COLETIVO: REDUÇÃO DO CRIME E CONFLITO, MELHORES TENDÊNCIAS SOCIAIS E ECONÔMICAS

Redução do Crime

 Hagelin J.S., et al. Efeitos do programa de Meditação Transcendental em prevenir o crime violento em Washington, DC: Resultados do Projeto de Demonstração Nacional, junho a julho de 1993. Social Indicators Research 47: 153-201, 1999.

Hatchard G.D., et al. Um modelo de melhoria social. Análise de séries temporais de uma transição de fase para reduzir o crime em região metropolitana de Merseyside. Psychology, Crime, and Law2: 165-174, 1996.

Dillbeck M. C., et al. Consciência como um campo: A Meditação Transcendental e o programa de MT-Sidhis e mudanças nos indicadores sociais. The Journal of Mind and Behavior 8(1):67–104, 1987.

Dillbeck M.C., et al. Teste de um modelo de campo de consciência e mudança social: A Meditação Transcendental e o programa de MT-Sidhis e a diminuição do crime urbano. The Journal of Mind and Behavior 9: 457-486, 1988.

Dillbeck M.C., et al. O programa de Meditação Transcendental e a mudança na taxa de criminalidade em uma amostra de 48 cidades. Journal of Crime and Justice 4: 25-45, 1981.

Redução do Conflito

Davies J. L. e Alexander C. N.. Aliviando a violência política através da redução da tensão coletiva: Análise de Avaliação de Impacto da guerra do Líbano. Journal of Social Behavior and Personality, 17: 285-338, 2005.

 Dillbeck M.C. Teste de uma teoria de campo de consciência e mudança social: Análise de séries temporais da participação no programa de MT-Sidhis e redução de morte violenta nos EUA. Social Indicators Research 22: 399-418, 1990.

 Gelderloos P., et al. Criando paz mundial através da prática coletiva da Tecnologia Maharishi do Campo Unificado: Melhores relações Estados Unidos-União Soviética. Social Science Perspectives Journal, 2(4): 80–94, 1988.

 Gelderloos P., et al. A dinâmica das relações EUA-URSS, 1979–1986: Efeitos da redução do estresse social através da Meditação Transcendental e do programa de MT-Sidhis. Atas da Seção de Estatísticas Sociais da Associação Americana de Estatística (Alexandria, VA: American Statistical Association): 297-302, 1990.

 Orme-Johnson D.W., et al. Prevenindo o terrorismo e o conflito internacional: Efeitos de grandes assembléias de participantes dos programas da Meditação Transcendental e MT-Sidhis. Journal of Offender Rehabilitation 36: 283-302, 2003.

 Orme-Johnson D.W., et al. Projeto de paz internacional no Oriente Médio: O efeito da Tecnologia de Maharishi do Campo Unificado. Journal of Conflict Resolution 32: 776-812, 1988.

 Orme-Johnson D. W., et al. Os efeitos da Tecnologia de Maharishi do Campo Unificado: Resposta a uma crítica metodológica. Journal of Conflict Resolution 34:756–768, 1990.

Melhoria na Economia, Tendências Sociais e Qualidade de Vida

Assimakis P.D. e Dillbeck M.C. Análise de séries temporais de melhora na qualidade de vida no Canadá: Mudança social, consciência coletiva e programa de MT-Sidhis. Psychological Reports 76: 1171-1193, 1995.

 Cavanaugh K.L. e King K.D. Análise simultânea de função de transferência do índice de miséria de Okun: Melhorias na qualidade econômica de vida através da Ciência Védica e tecnologia de consciência de Maharishi. Atas da Associação Americana de Estatística, Seção de Estatísticas Econômicas e de Negócios (Alexandria, VA: American Statistical Association): 491-496, 1988.

 Cavanaugh K. L., et al. Um modelo de função de transferência de múltiplas entradas do índice de miséria de Okun: Um teste empírico do Efeito Maharishi. Atas da Associação Americana de Estatística, Seção de Estatísticas Econômicas e de Negócios, 565-570, 1989:

 Cavanaugh K. L., et al. Consciência e qualidade de vida econômica: pesquisa empírica sobre os efeitos macroeconômicos da prática coletiva da Meditação Transcendental e do programa de MT-Sidhis de Maharishi. Atas da Sociedade de Administração do Meio-Oeste (Chicago, IL: Midwest Management Society) 183-190, 1989.

 Cavanaugh K.L., et al. Análise de séries temporais da inflação e desemprego nos EUA e Canadá: Um teste de hipótese de teoria de campo. Atas da Associação Americana de Estatística, Seção de Estatísticas Econômicas e de Negócios (Alexandria, VA: American Statistical Association): 799-804, 1987.

 Dillbeck M.C. e Rainforth, M.V. Análise de Avaliação de Impacto dos índices de qualidade de vida comportamental: Efeitos da prática em grupo da Meditação Transcendental e do programa de MT-Sidhis. Atas da Seção de Estatísticas Sociais da Associação Americana de Estatística (Alexandria, VA: American Statistical Association): 38-43, 1996.

 Dillbeck M.C., et al. Consciência como um campo: a Meditação Transcendental e o programa de MT-Sidhis e mudanças nos indicadores sociais. The Journal of Mind and Behavior 8: 67-104, 1987.

 Orme-Johnson D. W. e P. Gelderloos. Os efeitos de longo-prazo da Tecnologia Maharishi do Campo Unificado na qualidade de vida nos Estados Unidos (1960 a 1983). Social Science Perspectives Journal 2(4):127-146, 1988.

Pesquisas Recentes

 

UNIVERSIDADE DE CONNECTICUT

Adolescentes sob risco reduzem o estresse, ansiedade e hiperatividade através da Meditação Transcendental

 Este estudo recém-finalizado mostrou que 106 adolescentes sob risco em três escolas de ensino médio reduziram seus níveis de estresse, ansiedade, hiperatividade e problemas emocionais ao praticar a técnica da Meditação Transcendental por quatro meses na escola, em comparação com controles.

 

 Robert Colbert, Ph.D., professor assistente de Psicologia Educacional, Universidade de Connecticut

Annual meeting of the Society for Behavioral Medicine, março de 2008

 

UNIVERSIDADE AMERICANA

Meditação Transcendental produz efeitos positivos na saúde, funcionamento cerebral e desenvolvimento cognitivo em estudantes

 Resultados preliminares deste novo estudo de 2 anos com 250 estudantes universitários na Universidade Americana em Washington, D.C., EUA, mostrou que o programa de MT produziu efeitos benéficos para a saúde, funcionamento do cérebro e desenvolvimento cognitivo, comparado a controles.

 

 David Haaga, Ph.D., professor e diretor da Clínica de Treinamento Psicoterápico , Universidade Americana.

(em impressão)

 

CENTRO MÉDICO CEDARS-SINAI–Los Angeles

Meditação Transcendental reduz hipertensão, obesidade e diabetes em pacientes com doença coronariana

 Este estudo de 103 pessoas com doença arterial coronariana mostrou que indivíduos praticando a Meditação Transcendental por quatro meses tiveram redução significativa da pressão arterial; melhora na glicemia e níveis de insulina (que significa redução da resistência à insulina); e funcionamento mais estável do sistema nervoso autônomo, comparados com controles.

 

 Dr. C. Noel Bairey Merz, médico, diretor do Centro Cardíaco de Prevenção e Reabilitação do Centro Médico de Cedars-Sinai; professor de Medicina na Escola de Medicina da UCLA

American Medical Association’s Archives of Internal Medicine, junho de 2006

 

FACULDADE DE MEDICINA DA GEORGIA

Redução da pressão arterial alta entre estudantes de ensino médio

 Este estudo de oito meses com 156 estudantes afro-americanos hipertensos do ensino médio mostrou que o programa de Meditação Transcendental reduziu a pressão arterial alta entre os estudantes meditando em comparação com menor ou nenhuma mudança no grupo de controle. (Vinte por cento dos adolescentes afro-americanos sofrem de pressão arterial alta.)

 

 Vernon Barnes, Ph.D., fisiologista e cientista pesquisador do Instituto de Prevenção da Geórgia, Escola de Medicina da Geórgia

American Journal of Hypertension, abril de 2004

 

UNIVERSIDADE DE MICHIGAN

Meditação Transcendental reduz estresse e aumenta felicidade entre estudantes do ensino fundamental

 Dois estudos com 60 alunos da sexta série em duas escolas de ensino fundamental mostraram que a prática da Meditação Transcendental por quatro meses afetou positivamente o desenvolvimento emocional em adolescentes mais jovens no ambiente escolar. Estudantes meditantes também tiveram escores significativamente superiores em afetividade, autoestima e competência emocional.

 

 Rita Benn, Ph.D., diretora de Educação, Centro de Pesquisa de Medicina Alternativa e Complementar, Universidade de Michigan

National Institutes of Health in Bethesda, Maryland, abril de 2003

 

UNIVERSIDADE DA CALIFORNIA EM IRVINE

Meditação Transcendental reduz a reação do cérebro ao estresse

 Neste estudo piloto, 12 sujeitos praticando Meditação Transcendental por 30 anos mostraram uma resposta do cérebro ao estresse e à dor 40 a 50% menor comparados a 12 controles saudáveis. Além disso, quando os controles aprenderam e praticaram a Meditação Transcendental por cinco meses, suas respostas cerebrais ao estresse e à dor também diminuíram a comparáveis 40 a 50%.

 

 David Orme-Johnson, Ph.D., diretor do estudo, Laboratório de Neuroimageamento da Universidade da Califórnia em Irvine

NeuroReport, agosto de 2006

Pesquisa sobre a técnica da Meditação Transcendental

 Periódicos Científicos

 

Estudos científicos sobre a técnica da Meditação Transcendental® foram publicados em mais de 100 periódicos.

 

Academy of Management Journal

 Addictive Behaviors

 Alcoholism Treatment Quarterly

 American Journal of Cardiology

 American Journal of Health Promotion

 American Journal of Hypertension

 American Journal of Managed Care

 American Journal of Physiology

 American Journal of Psychiatry

 American Psychologist

 Annals of Behavioral Medicine

 Archives of Internal Medicine (JAMA)

 Behavioral Medicine

 Biological Psychology

 British Journal of Educational Psychology

 British Journal of Psychology

 Bulletin on Narcotics

 Bulletin of the Society of Psychologists in Addictive Behaviors

 Business and Health

 Circulation

 Clinical and Experimental Pharmacology and Physiology

 Clinical Research

 Consciousness and Cognition

 Frontiers in Bioscience

 Criminal Justice and Behavior

 Education

 Electroencephalography and Clinical Neurophysiology

 Energy Metabolism

 European Journal of Endocrinology

 European Journal of Physiology (Pflugers Archiv)

 Experientia

 Experiential Medicine (Erfahrungsheilkunde)

 Experimental Neurology

 German Journal of Clinical Psychology (Zeitschrift fur Klinische Psychologie)

 German Journal of General Medicine (Zeitschrift fur Allgemeinmedizin)

 Health and Quality of Life Outcomes

 Hormones and Behavior

 Hospital and Community Psychiatry

 Human Physiology

 Hypertension (AHA)

 Intelligence

 International Congress of Internal Medicine Abstracts

 International Journal of Comparative and Applied Criminal Justice

 International Journal of Neuroscience

 International Journal of Psychophysiology

 International Journal of the Addictions

 Japanese Journal of Industrial Health

 Japanese Journal of Public Health

 Journal of Adult Development

 Journal of Business & Psychology

 Journal of Aging and Health

 Journal of Alternative and Complementary Medicine

 Journal of Applied Physiology: Respiratory, Environmental and Exercise Physiology

 Journal of Behavioral Medicine

 Journal of Biomedicine

 Journal of Chronic Disease and Therapeutic Research

 Journal of Clinical Psychiatry

 Journal of Clinical Psychology

 Journal of Conflict Resolution

 Journal of Counseling and Development

 Journal of Counseling Psychology

 Journal of Creative Behavior

 Journal of Crime and Justice

 Journal of Criminal Justice

 Journal of Human Stress

 Journal of Humanistic Psychology

 Journal of Hypertension

 Journal of Inhalation Technology

 Journal of Management Education

 Journal of Mind and Behavior

 Journal of Moral Education

 Journal of the National Medical Association

 Journal of Neural Transmission

 Journal of Offender Rehabilitation

 Journal of Personality and Individual Differences

 Journal of Personality and Social Psychology

 Journal of Personality Assessment

 Journal of Psychology

 Journal of Psychosomatic Research

 Journal of Social Behavior and Personality

 Journal of the American Aging Association

 Journal of the Canadian Medical Association

 Journal of the Israel Medical Association (Harefuah)

 L'Encéphale (The Brain)

 Lancet

 Medizinische Klinik

 Memory and Cognition

 Motivation. Motor and Sensory Processes of the Brain

 Netherlands Journal of Psychology (Tijdschrift voor Psychologie)

 Neuroendocrinology Letters

 NeuroReport

 Neuroscience and Biobehavioral Reviews

 Perceptual and Motor Skills

 Personality and Individual Differences

 Physiologist, The

 Physiology & Behavior

 Proceedings of the Endocrine Society of Australia

 Progress in Brain Research

 Psychologia: International Journal of Psychology in the Orient

 Psychological Reports

 Psychology, Crime & Law

 Psychoneuroendocrinology

 Psychopathometrie

 Psychophysiology

 Psychosomatic Medicine

 Psychotherapie-Psychosomatik Medizinische Psychologie

 Respiration

 Revue d'Electroencéphalographie et de Neurophysiologie Clinique

 Science

 Scientific American

 Sleep Research

 Social Indicators Research

 Social Science Perspectives Journal

 Society for Neuroscience Abstracts

 Stroke (AHA)

 Transactions of the American Society for Neurochemistry

 Vestes: the Australian Universities' Review

 Western Psychologist (Western Psychological Association

 

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Sábado, 16.04.11

Karma e egocentrismo

Ação e comportamento


Em nosso padrão básico de comportamento temos a tendência a querer repetir experiências prazerosas e a rejeitar experiências que nos causam dor e sofrimento. Essas experiências ficam armazenadas em nossa memória. Entretanto, o prazer e a satisfação que vivenciamos durante essas experiências decorrem de um sistema de crenças e valores, que se desenvolve em torno de um condicionamento cultural ao qual somos submetidos. Nesse contexto, por exemplo, sentimos prazer quando somos elogiados, porque valorizamos o ser apreciado como uma indicação não só de nosso valor pessoal, mas também associamos a aprovação alheia com segurança emocional.

Dessa forma, vamos acumulando experiências prazerosas e desprazerosas  (já valoradas) em nossa memória. E à medida que essas experiências vão se acumulando, reforçamos uma superestrutura do pensar, que se traduz em uma superestrutura do nosso mecanismo de cognição e avaliação da vida como um todo, de tal forma que todo conteúdo de nossa consciência fica adstrito a esses padrões culturais assimilados e reforçados ao longo da vida.

 

Dessa forma, nos tornamos aquilo que vemos, que pensamos e que julgamos.

E nossas reações serão SEMPRE uma resultante dessa maneira de pensar, que por sua vez, produzirão uma repetição das mesmas experiências, que reforçarão a mesma superestrutura mental, formando um círculo vicioso. Ações condicionadas só levam a experiências condicionadas. Além disso, cada repetição reforça uma autoimagem, um centro analítico que se relacionará com o mundo à nossa volta. Assim, a superestrutura mental alimenta também esse centro egóico que se relaciona com o mundo, de tal forma que a consciência passa a enxergar o EU (identificado com o centro egóico) como algo separado do mundo.

Como resultado, pela própria natureza de agrupar-se do ser humano, nos identificamos com outros que possuem um centro egóico semelhante, “escolhendo” nossos relacionamentos a partir daí. E como o núcleo de sustentação dessa superestrutura e desse centro analítico é a memória, nosso olhar e nossas ações estão sempre voltados para trás, para o passado.

 

E levamos esse padrão automatizado para nossas relações também. Ou seja, nos relacionamos com as pessoas durante cinco, dez anos e continuamos enxergando aquela pessoa da mesma maneira. A pessoa já mudou, tudo à nossa volta já mudou, mas continuamos enxergando nossos semelhantes como enxergávamos há cinco, dez anos, porque nosso pensamento está condicionado à memória do passado. Uma primeira conclusão que podemos tirar daí é que o acúmulo de experiências não é necessariamente uma coisa boa, não torna ninguém mais sábio.

 

Ação egocentrada

 

O que é agir egoisticamente? Agimos egoisticamente quando nossas ações fundamentam-se em um interesse de ganho no futuro, porque aquele centro analítico quer ter prazer; ou quando agimos em função de nossa memória acumulada, isto é, em função de acontecimentos passados registrados em nossa memória: “Ele (ou ela) fez isso comigo, então eu vou fazer aquilo com ele (ou ela)”. Assim, agir egoisticamente, é uma ação cujo mecanismo de percepção está centrado no tempo. A partir desse padrão, nosso comportamento está condicionado a uma expectativa de ganho no futuro ou a uma justificativa no passado. É a ação limitada pela estrutura temporal de pensamento com base em uma superestrutura autossustentável fundamentada em crenças e valores culturais.

 

Mas não é só isso. Aquele que age de forma egocentrada cria naturalmente oposição e conflito, porque tudo vai girar em função dele.

 

Karma

 

Essa modalidade de relacionamento com o mundo, centrada no tempo para satisfação do ego (daquela estrutura analítica) é karma. O reforço do ego, dessa estrutura egóica, é alimentado sempre pela perspectiva temporal, de ganho no futuro, ou de uma justificativa por estar agindo assim, no passado. Assim, a ação no momento presente não se realiza, na medida que esse padrão de comportamento não tem realidade por si, hoje, no presente.

 

Indo além, e de acordo com a senhora Blavatsky, em A Doutrina Secreta, o próprio tempo seria os estados sucessivos de consciência. Se não fosse uma consciência em relação a algo, não existiria o tempo. O tempo é “criado” a partir dessa superestrutura mental. Ele, de fato, não existe. No Absoluto não existe tempo. O tempo só existe quando há um núcleo, uma administração psicológica, que é o caso do estágio egocentrado, onde está situada a maioria dos seres humanos. Se o eu é estruturado no tempo, é estruturado na memória, na bagagem; ele finca a sua consciência na linha temporal, ele é igual ao tempo. Eu é tempo.

 

E toda nossa estrutura física, mental e emocional funciona tentando realimentar esse centro e protegê-lo. Funcionamos no mundo para impor nosso nome, deixar nossa marca, defender nossa respeitabilidade e sermos reconhecidos.

 

E o que é que Jesus (e outros) dizia? Em Mateus V:46-48, lemos:

 

“Se vocês amarem somente aqueles que os amam, que recompensa vocês receberão? Até os publicanos fazem isso! E se saudarem apenas os seus irmãos, o que estarão fazendo de mais? Até os pagãos fazem isso!”

 

Nesse ensinamento, Jesus tentava nos alertar para o perigo de se alimentar uma superestrutura mental centrada no Eu. Amar uma pessoa somente quando ela nos ama, significa limitar as próprias ações com base no passado, no que ficou registrado em nossa memória sobre como era o atuar daquela pessoa com a gente.

 

Em outro trecho, encontramos:

 

“Portanto, quando você der esmola, não anuncie isso com trombetas, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, a fim de serem honrados pelos outros.” (Mateus, VI:2).

 

Nesse outro trecho, Jesus faz alusão ao agir com intenção de alguma vantagem no futuro, ou seja, condicionada, limitada. É a mesma coisa. Nos dois exemplos, vemos uma superestrutura mental centrada no Eu (ego), agindo egoisticamente e gerando karma, porque é um agir que ocasiona o retorno das mesmas experiências, que vão gerar reações idênticas as anteriores, em um ciclo infindável de mortes e renascimentos, que os budistas chamam de samsara.

 

Agora, se nós agimos sem interesses de ganho no futuro e sem o condicionamento de algo que aconteceu no passado, se agimos desinteressadamente, simplesmente porque assim a vida nos exigiu (e às vezes fazemos coisas para pessoas que nem conhecemos, não sabemos quem são); nesses casos, nossas ações atingem a dimensão da eternidade. Se somos compassivos não somente com aqueles que são compassivos conosco, nossas ações tornam-se atemporais.

 

Há uma palavra em sânscrito interessante, que é nishkama-karma. Karma é ação, kama seria a sensação, o gozo de, o benefício, o usufruto de, e nish seria negativo. Essa palavra designa uma ação não condicionada ao gozo (no futuro) de algo. É uma ação atemporal e implica a capacidade de perceber o que a vida exige de nós no momento presente, que é eterno. Isso é agir de forma altruísta, não egoísta.

 

Dessa forma, não é a ação em si mesma que produz qualquer resultado espiritual, mas a ação desprovida de limitações temporais. Uma mesma ação praticada por duas pessoas distintas pode não ser efetivamente a MESMA ação. Vai depender da intenção. Uma coisa é darmos uma esmola para sermos apreciados pelas pessoas, outra é dar uma esmola com a consciência de que estou dando algo a um irmão, onde o ser divino que vive nele é o mesmo que vive em nós. São ações completamente diferentes.

 

E o que é o  karma? O karma é gerarmos uma causa aqui, para lá na frente, na linha do tempo, gerarmos um efeito, uma consequência. Isso é karma. Então, a ação egocentrada é uma ação que gera karma, ou seja, que cria a necessidade do retorno dessa mesma experiência. Mas quando agimos fora da linha do tempo, não vinculamos nenhuma experiência para o futuro. Quando a ação é inteira, incondicionada, acaba ali mesmo.

 

A velocidade do karma

 

Quando estamos buscando um caminho espiritual, estamos simultaneamente acelerando o processo de experiências que vão solucionar o problema do nosso centro egocêntrico, do nosso centro de personalidade. Dessa forma, o karma pode ser mais lento ou mais rápido. Quando tomamos as rédeas do nosso destino, querendo fazer a vida valer a pena, ter um significado, o universo reage e acelera as experiências que temos que passar, ou seja, ele acelera o nosso karma.

 

Conclusão

 

Nós temos a possibilidade de agir de tal maneira que nossa ação não produzirá resíduos, porque ela não foi centrada no núcleo de interesse próprio. Há a possibilidade de, na vida, termos uma coisa chamada bem-aventurança, de termos uma coisa chamada felicidade, de vivermos uma coisa chamada ananda, em sânscrito, que é o prazer de fazer aquilo que deve ser feito, no momento que deve ser feito. De ter a inteireza espiritual de agir conforme a vida pede para que nós ajamos. E essa ação não deixa rastro, não deixa resíduo. E nós podemos ser completos ante a vida e a vida vai mudar totalmente a sua qualidade.

 

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meditacao_rccg às 11:49 | link do post | comentar
Quarta-feira, 06.04.11

Meditação, evolução e espiritualidade

Existem vários caminhos para atingir o estado de realização. Esse estado está além das limitações do pensamento, palavra e ação. Uma vez alcançado, o indivíduo realmente se eleva acima das dúvidas e ilusões. Para isso, é necessário chegar a uma consciência transcendental, que é um estado de consciência pura. Isso vale tanto para o homem recluso em uma caverna como para aquele que vive ocupado com seus negócios no mundo. Ambos podem atingir esse estado de realização. Isso porque esse estado de realização não está atrelado a sinais externos, mas é uma realidade vivenciada internamente (o reino de Deus está dentro de vós).

 

Nesse estado, o homem descobre que o seu Ser é diferente da mente que está envolvida em pensamentos e desejos. Experimenta os desejos e pensamentos como uma coisa FORA dele, enquanto antes ele os experimentava completamente envolvido com eles. Dessa forma, o campo de atividade é conduzido com grande eficiência.

 

É completamente errado pensar que alguém que adquiriu esse estado é alguém mergulhado na inércia e não se envolve com os assuntos do mundo. Esse estado de consciência garante plena liberdade ao ser interior, mantendo-o não envolvido com a atividade, mas dá à pessoa a capacidade de lidar com todas as ações de forma eficiente e bem-sucedida. Por isso é errado supor que tal estado de consciência só pode ser atingido por um recluso em uma caverna, que deixou de lado todos os desejos terrenos.

 

Tal ideia tem afastado pessoas inteligentes e perfeitamente habilitadas a atingi-lo, seja um chefe de família, seja alguém vivendo em um palácio ou em um casebre. Ou seja, pessoas enérgicas nos níveis inteligentes da sociedade no mundo inteiro algumas vezes consideram até embaraçoso discutir sobre práticas espirituais.

 

Também se pode afirmar com certeza de que a compreensão intelectual adquirida pela análise dos aspectos fundamental e não-fundamental, assim como pela discriminação entre eles, não produz o estado de realização e liberdade plena. Essas práticas, permanecendo no nível do pensamento, podem no máximo criar disposições mentais; elas certamente não produzem o estado mental autorealizado. Este estado só surge como resultado da experiência direta da consciência pura, em um nível de clareza tal, que a diferença entre o fundamental e o não-fundamental é claramente reconhecido cognitiva e intelectualmente.

 

Portanto, não pode haver nenhum sinal externo para mostrar que alguém esteja profundamente absorvido em si mesmo. Não se pode julgar o estado interior de um homem por sinais externos. Não se pode dizer que ele se senta dessa ou daquela maneira, ou que fecha os olhos de uma maneira específica. Nenhum desses sinais externos pode servir como critérios deste estado.

 

Fazendo uma analogia, vivenciar este estado é semelhante a ser um milionário com grande fortuna, que não se afeta por inflação ou alta de preços. Uma pessoa que atingiu o nível de consciência transcendental, à semelhança do milionário, não se afeta pelo campo da atividade. Adquiriu estabilidade emocional. Também é semelhante a um coração adulto, que não se afeta com os brinquedos que criam grandes emoções nos corações das crianças.

 

Os valores da vida são diferentes em diferentes níveis de evolução. À medida que o homem vai avançando neste caminho, sua atuação no campo da relatividade não é capaz de criar qualquer impressão profunda em sua mente.

 

Se uma pessoa se esforça no campo do comportamento e da experiência, o esforço de tentar ser indiferente e desapegado, ou em tentar manter uma atitude de equanimidade no prazer e na dor, somente introduz tensão desnecessária e não-natural na mente, o que resulta no desenvolvimento de um estado não-natural e deformado da personalidade interior. Esse tipo de prática, em nome do crescimento espiritual, tem ajudado a trazer letargia, artificialidade e tensão à vida.

 

E esse é precisamente o problema com as ideias defendidas pela lei de atração na produção do “O Segredo”. Não que a lei de atração não constitua um fato inquestionável, ou que as coisas não funcionem daquela forma, mas que a tentativa de produzir determinados estados mentais, através da vontade desamparada, do intelecto, não tem o poder de produzir aqueles efeitos.

 

Não é possível viver a estabilidade de um estado mental transcendente, no nível intelectual, através de controle da mente. É um erro copiar o comportamento de um homem realizado, enquanto se está no estado irrealizado. Se um homem pobre se apresenta com as características de um homem rico e tenta se comportar como ele, isso só pode resultar em tensão. Ao copiar superficialmente o comportamento de um homem rico, ele não se torna rico.

 

Uma das formas de atingir esse grau de libertação é através da meditação. E isso, tanto para o homem atuando no mundo, como um chefe de família, quanto para o recluso que vive sozinho em uma caverna. Uma vez atingido o estado de realização, continuarão com seus estilos de vida. Isso não produzirá, necessariamente, mudança em seus estilos de vida. A vida deles será uma vida de consciência cósmica. Este mundo de alegrias e tristezas, de grandes empreendimentos e ambições humanas, é para eles como um mundo de bonecas e brinquedos, com os quais as crianças brincam e se entretêm. Os brinquedos são uma fonte de grande excitação para as crianças, mas os adultos permanecem indiferentes a eles. O homem autorealizado permanece estável e não se entusiasma nem se retrai em “obter o que é bom ou mau”, porque não tem apego excessivo.

 

Ou seja, os sentidos não podem ser controlados no seu próprio nível. No campo dos sentidos, os sentidos predominam. Eles puxam a mente em direção aos objetos dos sentidos, em direção às alegrias do mundo. Nenhum objeto dos sentidos, no entanto, é capaz de satisfazer a ânsia da mente por felicidade. Portanto, a mente está sempre vagueando no campo dos sentidos. Os sentidos só podem ser controlados quando o estado de consciência transcendental é adquirido e a mente deixa de vaguear.

 

Práticas rigorosas e não-naturais para poder controlar os sentidos trazem muita tensão à mente. A maestria sobre os sentidos somente é adquirida por meio do estado de consciência transcendental, pois nesse estado o homem tem consciência de estar separado do campo da atividade e aí, seu comportamento naturalmente não é afetado pela influência anteriormente dominadora dos sentidos.


E quando este estado de consciência transcendental é mantido (consciência cósmica) mesmo enquanto os sentidos estão ativos, então se cria uma situação onde o Transcendente passa a ser vivido naturalmente no nível da percepção sensorial.

É possível encontrar muita informação sobre esse assunto (gratuitamente) na página Meditação

meditacao_rccg às 00:59 | link do post | comentar

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